Comércio entre China e países lusófonos soma US$ 108,9 bilhões

Fonte: Agência Brasil, publicado em 20 de Dezembro de 2018


Por Agência Brasil | Brasília

 

 

O comércio entre a China e os países de língua portuguesa atingiu US$ 108,93 bilhões de janeiro a setembro de 2018, um salto anual de 21,22%. De acordo com o Secretariado Permanente do Fórum para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa, o país importou US$ 77,4 bilhões e exportou US$ 31,54 bilhões em produtos para o mundo lusófono no período, uma alta anual de 21,78% e 19,88%, respectivamente.

 

No mês de setembro, a China importou US$ 10,09 bilhões – aumento mensal de 4,9%. Já as exportações chinesas foram de US$ 3,53 bilhões – alta mensal de 3,67%. O comércio bilateral somou US$ 13,62 bilhões no mês – crescimento de 4,58% em relação a agosto.

 

O Brasil continuou a ser o principal parceiro comercial lusófono da China, registrando trocas comerciais totais no valor de US$ 10,6 bilhões em setembro, uma alta mensal de 7,99%. Nos primeiros nove meses do ano, os dois países acumularam comércio de US$ 81,75 bilhões – alta anual de 22,6%.

 

Em segundo lugar ficou Angola, com as trocas comerciais bilaterais totalizando US$ 2,19 bilhões em setembro, uma queda de 8,35% em relação a agosto. Nos primeiros nove meses do ano, os dois países registraram um comércio de US$ 20,53 bilhões, alta anual de 17,5%.

 

Na terceira posição ficou Portugal, com o valor das trocas comerciais crescendo 7,16% mensalmente em setembro, para US$ 590,93 milhões. De janeiro a setembro, o comércio sino-português somou US$ 4,53 bilhões, 7,6% a mais que o do mesmo período do ano passado.

 

As trocas comerciais entre a China e Moçambique caíram 14,57% em termos mensais em setembro, para US$ 208 milhões.

 

O Fórum para a Cooperação Econômica e Comercial entre a China e os Países de Língua Portuguesa foi criado em 2003 e abrange Angola, Brasil, Cabo Verde, China, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe.


*Com informações da agência chinesa Xinhua

 

Edição: Talita Cavalcante