O xelim (shilling em inglês) é uma unidade monetária que está ou esteve em uso em muitos países (particularmente ex-colônias britânicas). Especula-se que a palavra provenha da base skell-, "tilintar/ressoar", e do sufixo diminutivo -ing



Gráfico contendo os rendimentos dos títulos de mesma categoria mas diferentes vencimentos.



A taxa de desconto utilizada para se chegar ao valor presente do título, ou a taxa interna de retorno.



Taxa de retorno até o vencimento de um título de renda fixa com colateral, incluindo no cálculo o valor do colateral. (Ver também Yield to maturity e Stripped spread).



Current yield, ou rendimento corrente, corresponde ao rendimento que os cupons anuais de um título representam sobre seu valor de mercado, dado pela fórmula: Valor de face x Taxa de cupom anual / Preço de mercado limpo do título. O rendimento corrente não considera todo o período de vigência do título, mas apenas o período até o recebimento dos cupons. Exemplo: um título com valor de face de R$ 1000 e taxa de cupom de 9% ao ano negociado a R$ 960 reais terá um rendimento corrente de 1000 x 9%/960 = 9,375%. Se o título estiver sendo negociado a R$ 1.125, seu rendimento corrente será 1000 x 9% / 1125 = 8%. Finalmente, se o título estiver sendo negociado ao par (ao seu valor de face), seu rendimento corrente será: 1000 x 9% / 1000 = 9%.



Taxa de retorno até o vencimento de um título de renda fixa com colateral, deduzido o valor presente dos fluxos do colateral. O stripped yield é utilizado para comparar o yield de um papel colateralizado com o yield de um papel sem colateral. (Ver também Blended yield e Stripped spread).



É um título de longo prazo. Negociado com uma taxa de desconto sobre o Valor de Face. Não há pagamento periódico de juros. Estes, são capitalizados e pagos com o principal na data do vencimento do título. OBSERVAÇÃO : Muitos desses BONDS, como, por exemplo, os PAR BONDS, DISCOUNT BONDS , FLIRB-C , são variantes dos BONDS emitidos dentro do PLANO BRADY. E que passaram a ter um nome genérico de BRADY BONDS, ou , simplesmente, BRADIES.



Conjunto dos países que organizam entre si a livre circulação das mercadorias produzidas nos seus territórios.



Região geograficamente delimitada dentro de um estado, município ou Distrito Federal que centraliza e coordena os eleitores ali domiciliados. É fixada, geralmente, em razão do número de eleitores: ultrapassado um limite máximo, que é fixado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cria-se nova zona eleitoral. Desse modo, uma zona eleitoral pode abranger vários municípios. Ou, ao contrário, nas capitais e cidades com milhares de habitantes, podem existir várias zonas eleitorais.



Zona formada pelos países membros da UE, que decidiram adotar o Euro como unidade monetária em 2002, e que cumpriram os critérios de convergência acordados no Tratado de Maastricht (que determinam um conjunto de exigências: estabilidade nominal da taxa de inflação, taxa de juro de longo prazo, estabilidade cambial e déficit e dívida pública). A zona Euro compreende os seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Itália, Luxemburgo e Portugal. Não integram o Euro: Dinamarca, Reino Unido e Suécia.



Área de um país onde, por decisão dos governantes, são permitidas reduções alfandegárias e, freqüentemente, concedidos benefícios fiscais, por um certo período de tempo.



Conjunto constituído em seguimento a um acordo formal ou em conseqüência de um estado de fato, por um grupo de países ou territórios, que observam regras particulares nas suas relações monetárias e conferem à moeda do principal destes países um papel essencial nos pagamentos internos da zona e com o resto do mundo.



Subida com extrema rapidez, de preços, custos, etc.



As Zonas de Processamento de Exporta��o (ZPEs) s�o �reas de livre com�rcio destinadas � instala��o de empresas voltadas para a produ��o de bens, cuja maior parte ser� destinada ao mercado externo. Consideradas zonas prim�rias para efeito de controle aduaneiro, as ZPEs t�m como benef�cios, al�m de vantagens de car�ter administrativo, a isen��o de tributos e a liberdade cambial � ou seja, essas empresas n�o t�m de converter em reais o produto de suas exporta��es. Saiba mais.



gerenciamento da assistência à saúde, voltado para a melhoraria da eficiência, redução de custos e manutenção da qualidade. Um dos princípios fundamentais da assistência gerenciada é a responsabilização dos profissionais de saúde - essencialmente os médicos - pelo custo dos serviços que prestam. Outro princípio fundamental é que a organização e prestação de serviços de saúde deve ser gerenciada “no varejo”, ou seja, no seu dia-adia. Para isso são estabelecidos mecanismos de supervisão, monitoramento e avaliação cobrindo os diversos aspectos dos serviços.